VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO NESSA AVENTURA!

Viagem ao PETAR – Parte 2 – Núcleo Santana

Confira a Primeira parte da Viagem ao PETAR – Caverna do Diabo

Acordamos por volta das 8 horas na Sexta-Feira para procurar um guia por que ainda não tínhamos agendado com nenhuma agência. Por sorte quando preparávamos o café da manhã, apareceu um guia para buscar uma família que já tinha agendado com ele. Perguntamos se seria possível nos incluir naquele grupo. Fechamos o passeio por 40 reais por pessoa, um valor muito baixo perto dos preços cobrados por outras agências.

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Arrumamos um lanche, nos juntamos à família e partimos para o PETAR – Núcleo Santana para fazermos a trilha do Betari. Chegamos à portaria e pagamos uma taxa de R$5,00, seguimos em frente onde deixamos o carro e fizemos nosso cadastro para entrar no parque. travessia-do-rio-betari-petar-nucleo-santana Então começamos a trilha, de início bem tranquilo, até que tivemos que enfrentar a corredeira do Rio Betari para atravessá-lo. Como estava um pouco frio e a entrada do parque só é permitida de calça tivemos que entrar na água de roupa e tudo, mas esse era só o começo do dia.

Caminhamos durante algum tempo até chegarmos à entrada da Caverna Água Suja. Teríamos que nos molhar novamente para entrar na caverna!

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Seguimos em frente, hora a água era raza hora ficava funda, alguns trechos nós tínhamos que nos abaixar, pois o teto era muito baixo. Até que chegamos num salão enorme onde o guia pediu para apagarmos as lanternas. Ficamos ali com as luzes apagadas no maior silêncio durante alguns minutos, foi uma sensação muito boa. Depois que acendemos as lanternas o guia pediu para olharmos para o teto do salão, foi ai que avistamos um enorme golfinho que era formado pelas rochas.

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Na Caverna da Água Suja só poderíamos chegar até esse ponto pois havia o risco de tromba d’água. Havia chovido muito naqueles dias e mais pra frente á água aumentaria até chegar numa cachoeira dentro da caverna.

Saímos da Caverna Água Suja e pegamos a trilha novamente. Passamos por uma bifurcação e o guia nos explicou que do lado direito iríamos até a Caverna do Cafezal, mas nós seguiríamos pela esquerda, sentido Cachoeira das Andorinhas e Cachoeira do Beija Flor, e na volta visitaríamos a caverna.

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Agora era hora da Cachoeira das Andorinhas, que para nós era o ponto alto do passeio. Queríamos muito conhecer esta cachoeira, pois pelo que havíamos pesquisado tinha uma queda de 50 metros e parecia ser muito bonita. Sofremos um pouco pra chegar até lá, tivemos que caminhar pela água várias vezes. Ficamos molhados durante a maior parte da trilha.

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Podíamos ouvir o barulho da imensa cachoeira de longe, pouco depois avistamos a estonteante cascata. Próximo a sua queda existe uma grande pedra, é preciso nadar para chegar até ela e para ficar bem perto da queda e sentir a força da água descendo de uma altura de 50 metros.

Logo ao lado ficava a Cachoeira do Betarizinho (também conhecida como Cachoeira do Beija Flor) que tem aproximadamente a mesma altura.

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A distância entre uma cachoeira e outra era curta, porém um pouco mais complicado porque tivemos que atravessar novamente o rio e a correnteza estava bastante forte naquele trecho e as pedras estavam bastante escorregadias. Passamos o maior perrengue mas conseguimos chegar bem próximo da cachoeira que também era muito bonita, só não chegamos mais próximo e não entramos na água por motivos de segurança.

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Como prometido na volta entramos na Caverna do Cafezal, uma caverna relativamente pequena perto das outras, mas não deixa de ser encantadora. Suas rochas que ao longo dos anos foram esculpidas pela água criaram formações curiosas que estimulavam nossa criatividade. Enxergando figuras incríveis nas rochas!

A volta foi bem rápida. O guia estava com pressa por que queria ir a procissão fluvial de Nossa Senhora do Livramento que acontece todos os anos no dia 31 de Dezembro no rio Ribeira. O guia nos disse também que “não poderia perder essa procissão por que se não o ano não começava bem”. Então apertamos o passo e chegamos antes das 18 horas no Bairro da Serra. No final do passeio estávamos varados de fome. Paramos no único barzinho e comemos um pastel que demorou muito para chegar, mas serviu para diminuir nossa fome até fazermos a janta. Ainda tínhamos que ir para Iporanga onde passaríamos a virada do ano.

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Apoio:

Agência de turismo petar Ponto Sul

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